segunda-feira

25 maio 2026 Vol 19

Arqueologia do presente

MANIFESTO EDITORIAL
Arqueologia do Presente é um espaço de escuta e elaboração crítica. Seu ponto de partida é o agora — com suas ruínas frescas, seus objetos frágeis, seus hábitos em trânsito e suas crenças inquietas. O projeto nasce do desejo de compreender o cotidiano com profundidade, mas sem recorrer ao jargão técnico ou ao elitismo intelectual. Aqui, buscamos “cavar o solo movediço” da vida contemporânea com as ferramentas da antropologia, da política e da literatura.
Este blog não é um compêndio, mas uma obra aberta. Cada artigo funciona como um ensaio que pode ser lido isoladamente, mas também como parte de um tecido em expansão. Convidamos o leitor a habitar este território não como visitante, mas como cúmplice — alguém disposto a pensar junto, a buscar contradições, a imaginar outras formas de pensar. E também contribuir.

Boas-vindas ao Arqueologia do Presente. Este é um post do manifesto editorial e do porque deste projeto. Teremos diversas sessões, dos diferentes ramos da Antropologia e teremos oportunidades para contribuições de todos, respeitando a orientação editorial de cada sessão.

Caso tenha interesse, deixe nos comentários um contato (email) que enviaremos orientações de como atender os requisitos editoriais de artigos ou ensaios e cadastraremos você como colaborador do Arqueologia do presente. Seja bem vindo à nossa comunidade.

Luís Fernandes

Nascido em Angola, Português, e vivendo no Brasil desde 1975. Brasileiro por adoção. Graduando em Antropologia, escreve neste blog, Arqueologia do Presente, artigos e ensaios, sobre temas urbanos e atuais do dia a dia das metrópoles, sobre etnias, religião, geopolítica e movimentos migratórios.

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