segunda-feira

25 maio 2026 Vol 19

A cidade subterrânea: metrôs, corpos e hábitos em movimento

Vamos desenvolver este artigo com as anotações que estou fazendo(pesquisa observacional de campo), em diversos horários, verificando as diferenças entre os dias de semana e final de semana, de comportamento de quem utiliza o metro.

O objetivo é entender esse local como habitat ou olhá-lo como um hub das diferentes comunidades urbanas, que tem diferentes tipos de públicos. O comportamentos das pessoas, vendedores ambulantes, tipos diferentes de usuários, artistas, gente lendo livros em pé, fazendo tricô em pé, o diferente uso das telas por todos, as tretas, as correrias da entradas no vagão, os riscos que correm pela pressa, o efeito manada. Tb entender o uso do metro, por exemplo, quem o usa por 2 estações (rápido) e quem passa mais de 1:30 dentro dele com as infindáveis baldeações.

Quais os diferentes comportamentos que esses 2 tipos de usuários tem e sua relação com transporte público urbano.

Fase atual – pesquisa de campo

Luís Fernandes

Nascido em Angola, Português, e vivendo no Brasil desde 1975. Brasileiro por adoção. Graduando em Antropologia, escreve neste blog, Arqueologia do Presente, artigos e ensaios, sobre temas urbanos e atuais do dia a dia das metrópoles, sobre etnias, religião, geopolítica e movimentos migratórios.

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